domingo, 27 de maio de 2018

Céu Azul

Ele queria amar e por isso deu seu corpo,
Ele também queria, e por isso deu sua vida.
Num universo de festas e poesias sem sentido.
Num oceano que cria as mais maravilhosas despedidas.
Negando-os e mantendo a exclusividades de seus olhos,
Não se permitindo amar durante anos.

A origem desse sentimento se dar a partir de sacrifícios e desejos,
Num retumbante dizer de palavras doces e amargas.
Num mar de emoções que se divide em rios de lágrimas, amor, ódio, arrependimento,
Medo, desesperanças e esperanças.
Dando liberdade para que o destino fizesse sua parte.

Durante a época mais sombria,
Duma mistura de sexo, nojo, repulsa e amor.
Num misto de sentimentos que não são possíveis sentir por apenas uma pessoa,
O que leva ao sofrimento quando sentido por apenas uma pessoa.

Na ultima parada de junção entre corpos,
Recuperação de doenças emocionais e físicas,
Uma oportunidade dada pela vida,
E conquistada pelo sacrifício do medo de perdê-lo.
E em um segundo é perdido, pelo mesmo sacrifico.
Corpo ou alma?

E durante a despedida,
O céu se torna sua última palavra,
Fazendo com que o céu parasse de ser azul,
Através de mentiras e falsidades,
Verdades e um recomeço em outra verdade.

De repente, durante anos,
Ele, perdido, encontra ele,
Ele não é ele,
É apenas ele.
E mesmo não sendo possível amá-lo,
Ele percebe que é possível amar novamente,
E de novo, amanhece,

E o céu é novamente azul.

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